o estrangeiro chegou e todos se levantaram do bar. em brinde.
ele chegou e brindou. e sentiu o seu coração preso por uma linha transparente, ultrapassando fronteiras e chegando a outro sítio. ele levantou-se e dançou com as mulheres mais bonitas do boteco. havia canções novas mas a farra era a mesma. os olhos eram iguais. tudo estava na mesma, enquadrado e quieto numa paz estranha de se ser de sempre.
desta vez nesta chegada não era de sempre nem para sempre. e os seus olhos pareceram os mais distantes do mundo. sem pontes nem frases de cumplicidade. muito vazios.e isso trouxe-lhe água terna de se gostar muito. isso e o rum.
April 12 2011, 17:43:58 UTC 1 year ago
November 2 2011, 01:29:43 UTC 6 months ago